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Tereza e memórias de Outras Terezas 

Tereza and memories of othes Terezas \ Tereza et souvenirs d'autres Terezas 

Por Gilda Portella e Paty Wolff

 

Brasil

11.08.2020

Tags:  Corpos, Memórias, Ancestralidade, Ressignificação

Corpos femininos atravessados por memórias coletivas e individuais. Corpos negros e indígenas femininos em representações, que exercitam a decolonialidade das imagens e do olhar.

 

Esta mostra virtual, é um recorte da produção artística deste ano 2020, das artistas Gilda Portella e Paty Wolff. Ambas artistas tem suas pesquisas artísticas sobre questões sociais e culturais geo-históricas, que envolvem corpos negros e indígenas. Mas, a pesquisa artística das artistas tem avançado sobre Outras memórias e ressignificações desses corpos. Neste sentido, buscam representar Outras possíveis histórias de um cotidiano de afetos, de comunidade, de pertencimento e de um religare à ancestralidade de matriz africana e/ou indígena.

 

A saturação das cores e as pinceladas aparentes compõem a intensidade da personalidade destas duas artistas, parceiras nesta exposição virtual, mas também, parceiras em muitos projetos sociais, e que envolvem suas práticas artísticas.

*Texto da(s) artista(s).

*Texto narrado em vídeo "Só Papo Poético" de Ana dos Santos, do Livro Poerotisa

Música piano "A Chuva" de Alex Sollus

Paty Wolff

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Paty Wolff (1989) é artista visual e geógrafa (UFMT, 2013).  Vive e trabalha atualmente em Cuiabá (MT). Pesquisa a descolonização da representação e do olhar sobre corpos pretos e povos indígenas. Participa de exposições coletivas desde 2016, com destaque para “Experimental”, Galeria Sesc Arsenal, Cuiabá-MT (2019); e “Natureza: Substantivo Feminino”, Museu de Arte de Mato Grosso (2016). MT

Gilda Portella

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Gilda Portella (1969) é artista visual e pós-graduada em História (UFMT). Vive e trabalha atualmente em Cuiabá (MT). Seus trabalhos artísticos trazem releituras e novas representações das mulheres negras. Participou da “Bienal Black Brasil” (2019) e das exposições “Bença” Museu da Imagem e do Som - MISC Cuiabá (2018) e “Orixás”, Casa Cuiabana (2016). MT